MPF ajuíza ação de improbidade contra prefeito, vereador e mais oito em Teixeira, no Sertão da PB

Valor de licitações ilegais movimentado pelo grupo passa de R$ 2 milhões, aponta MPF. Ação faz parte da Operação Recidiva, voltada para o combate de fraudes em licitações.

Improbidade


O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou uma ação civil pública por improbidade administrativa contra o prefeito, a primeira-dama, um vereador, servidores públicos e empresários de Teixeira, município do Sertão da Paraíba. De acordo com o documento, o valor movimentado pelo grupo em licitações ilegais passa de R$ 2 milhões.

A prefeitura de Teixeira, por meio de sua assessoria jurídica, disse que todas as obras citadas atendem a requisitos legais. Informou, ainda, que a empresa apontada pelo MPF foi afastada dos serviços .

A ação faz parte da Operação Recidiva, que desarticulou uma organização criminosa que fraudava licitações e cometia outros crimes envolvendo obras públicas.

Os alvos da ação são:

 

  • Edmilson Alves dos Reis - prefeito
  • Francisco de Assis Ferreira Tavares - vereador
  • Edmilson Alves dos Reis Filho - secretário de Obras
  • Marconi Edson Lustosa Félix – empresário
  • Madson Fernandes Lustosa - empresário
  • Valdirene Novo dos Reis – primeira-dama
  • Maria do Socorro Xavier Batista - servidor públicos
  • Francisco Severino Rodolfo - servidor públicos
  • Felipe Dorgival Nunes Rego - servidor públicos
  • Flávio Rênio Paz da Silva - servidor públicos

 

Segundo o MPF, uma empresa foi contratada pela prefeitura para a execução de obras públicas financiadas com recursos federais, como a construção de uma unidade básica de saúde; restauração e reforma da antiga cadeia pública; manutenção e pintura do posto de saúde José de Moura Mororó; e manutenção e pintura do posto de saúde Esdras Guedes.

Conforme ação, a empresa era de fachada e servia como instrumento para desvio dos recursos, repassados para Francisco de Assis Ferreira Tavares com o auxílio de Edmilson Alves dos Reis e Edmilson Alves dos Reis Filho.

Fonte: Redação do Vale do Piancó Notícias com G1

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